quinta-feira, 8 de novembro de 2007

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Tele UCPel ONLINE - PARTE II

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Tele UCPel ONLINE - PARTE I

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Esse foi um PodCast... Mas como estou aprendendo, o final não pôde ser publicado junto, mas foi um trabalho muito interessante. adorei fazer!

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Resenha do Livro O Clube dos Anjos: GULA – Série Plenos Pecados – De Luis Fernando Veríssimo


O Clube dos Anjos é uma comédia que conta a história de dez homens que se entregam por completo ao prazer da GULA. Ramos, Abel, João, Marcos, Saulo, Paulo, Pedro, Samuel, Daniel e Tiago se reuniam, quando adolescentes, no Bar do Alberi, para comer o picadinho de carne com farofa de ovo e banana frita. E assim fundaram o Clube do Picadinho, que, durante 21 anos, se reuniam mensalmente para jantares cada vez mais sofisticados, mas o fim foi a morte de cada um dos membros do Clube.

Daniel, o próprio autor, é quem narra a história, pois ele é o único sobrevivente do Clube, além de Lucídio, o cozinheiro e executor dos crimes. Os dois se conheceram num café de um shopping, na época o clube do picadinho já tinha perdido o tesão pelos jantares, principalmente pelo fato da morte de Ramos, que fora substituído por André. Mas Lucídio reavivou esse grupo, com suas histórias da sociedade secreta que treina gourmet para o preparo do peixe venenoso Fugu, e com seus deliciosos pratos, que a cada jantar mensal, era preparado. Um menu especial da preferência para um dos membros era preparado em cada jantar. Todos feitos por Lucídio e na casa de Daniel. Ao final, sempre sobrava apenas mais uma porção. Sem hesitar, aquele que tinha a preferência pelo prato do mês, era o que comia essa última porção e morria envenenado.
Mesmo depois de tantas hipóteses, mesmo com as certezas de que Lucídio os envenenava, um a um, pelo prazer da gula, o tesão de correr o risco valia a pena.


Eles perderam tudo, eram fracassados, e sabiam que, a cada janta, era um a menos. Ao final, já se sabia quem ia morrer, e eles próprios planejavam seus velórios após comerem a fatídica última e única porção de seu prato favorito. O que só Daniel, Samuel e Tiago ficaram sabendo, foi o porquê das mortes. Samuel envenenou Ramos, a pedido dele, pois o mesmo estava com AIDS. Lucídio, seu amante de Paris, quis vingança, e assim matou a todos que Samuel amava: os membros do Cube do Picadinho, para depois mata-lo por último.

E o livro termina com uma proposta feita a Daniel e Lucídio, de organizar jantares e festas para pacientes terminais, e matá-los com seus prazeres, fosse à gula, o sexo, etc.

Luis Fernado Verissimo é um excelente e criativo escritor. Neste livro ele ironiza o desejo de comer misturado ao prazer, ao tesão de saber que ao se entregar a este pecado, o resultado é a morte. A trama deixa o leitor aflito e curioso, pois as mortes vão acontecendo, e as hipóteses vão sendo criadas, porém a verdade só é revelada nas últimas páginas, o que causa uma grande hilária surpresa ao leitor. As citações de Shakespeare (Rei Lear) durante os capítulos do livro, dão uma sensação de suspense.

Ato quatro, cena um: “Como moscas para meninos maus somos nós para os deuses, eles nos matam para seu divertimento”. Este é o mistério do livro: o clube do Picadinho são as moscas, Lucídio e Samuel são os meninos maus.

Veríssimo dá várias pistas do mistério, dicas como a de que Ramos era amante de Lucídio, e muito amigo de Samuel. E o ódio entre os dois (Lucídio e Samuel) era evidente, além das citações de “Rei Lear” que eram feitas pelos dois como se fosse combinado, mas sem que um olhasse para o outro. Mas o fim, particularmente para mim, foi surpreendente. Mais surpreendente ainda foi a descrição do desejo de comer e morrer, que fora perfeitamente escrito na frase da sinopse do livro: “Não é todo dia que se quer ouvir uma crocante fuga de Bach, ou amar uma suculenta mulher, mas todos os dias se quer comer. A fome é o único desejo reincidente, pois a visão acaba, a audição acaba, o sexo acaba, o poder acaba, o poder acaba, mas a fome continua.”

SHOW DE TANGO E FLAMENCO ENCANTA A NOITE DE SEXTA-FEIRA (13)




No dito popular, sexta-feira 13 é sinônimo do “dia do azar”, porém para os pelotense, essa última sexta-feira 13 foi um grande dia, ou melhor, uma grande noite em que o violonista Gahuer Carrasco apresentou seu espetáculo “Tango e Flamenco” no Theatro Sete de Abril, às 21h00.

Gahuer é um fenômeno na música erudita que tem tido destaque nacional e internacional. Em sua recente turnê pelo México, ele foi homenageado pelo Governador do Estado de Hidalgo e recebeu um convite para interpretar um concerto como solista da Orquestra Sinfônica “Del Estado de Hidalgo”, e da “Camerata Amadeus”, ambas do México. No Uruguay apresentou-se no antigo palácio do governador, “Cabildo de Montevidéu”. Em São Paulo, Gahuer teve o reconhecimento de grandes nomes de críticos e músicos do país.

Em sua carreira, Gahuer destaca a concretização, em 2003, da Orquestra Típica de Nuevo Tango, “Quinteto Libertango”. E em 2004, o Projeto “FlamenTango”, composto pelos instrumentos piano, violão, violino, contra-baixo, bandoneon, percurssão, canto e dança. Nele, Gahuer atua como solista e maestro.

Campeão de inúmeros prêmios musicais, Gahuer Carrasco, iniciou seu aprendizado aos 14 anos, que culminou com a conclusão do Curso Superior de Música, bacharelado em violão, quando obteve o 1º lugar com Menção Honrosa pela UFPel. Violonista, natural de Jaguarão, ele possui grande virtuosidade e expressão que tem conquistado o mundo com sua música erudita, porém não elitizada.


Em seu show “Tango e Flamenco”, Gahuer interpretou músicas de grandes compositores de sucesso, como William Wolton, Máximo Pujal, Joaquin Rodrigo, entre outros, e foi acompanhado por convidados especiais: Sônia Cava, Mestre em piano, Solista e Camerista do Instituto de Artes e Designer (antigo ILA), e professora de piano no Conservatório de Música de Pelotas; Jucá de León, percursionista conhecido nacionalmente, e que trabalha acompanhando grandes nomes da música; Posidoneo Tavares, grande amigo e tido como um “gênio musical” por Gahuer, que tocou violão e bandoneon; Dançarinos da Cia da Dança com flamenca e tango; e Winston Pereira, pai de Gahuer, que proclamou a bela poesia, do poeta G. Mattos Rodriguez.

Gahuer emocionou a platéia que retribui com inacabáveis aplausos. Seu show ficou marcado na memória de cada um que teve o prazer de inebriar a mente ao som de instrumentos que mostraram os movimento LiberTango e FlamenTango.


Leia o Poema "La Cumparsita", de G. Mattos Rodriguez




COMO O PODER DE HITLER ACONTECEU?



RESUMO: Este artigo aborda o assunto do grande poder que Adolf Hitler exerceu na Alemanha Nazista. Como tal figura pôde, em vinte e seis anos de história, dirigir o destino de milhões de pessoas.


Palavras-Chave: Poder, Alemanha, Nazismo, Carisma, Manipulação, Influência.


“Com sua habilidade de emocionar multidões e explorar as fraquezas de seus inimigos, Hitler levou a Alemanha nazista a assassinar milhões de pessoas. Um talento – e uma perversidade – que ainda desafiam os historiadores.”
Revista Super Interessante, Novembro 2003.




Como alguém que foi um completo fracasso até os 30 anos de idade pode ter ascendido até se tornar um homem com poder para matar milhões e deixar a Europa em ruínas?
Um orador que se contorcia no palco, cercado de bandeiras gigantescas, música e batalhões com movimentos coreografados, bastava ver os comícios de Hitler para perceber que havia ali algo mais do que simples política.

Nascido em 1889 na cidade de Braunau, Adolf Hitler teve uma infância insignificante e pobre, motivos que não indiciavam o seu futuro de “Grande Líder” na Alemanha Nazista. A partir de 1919, ele conquistou milhares de seguidores que o apoiaram num dos piores genocídios da história. Filiado ao Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialistas Alemães, partido Nazista, perseguiu e matou milhares de Judeus – raça odiada por Hitler.

Sua história chama a atenção para milhares de estudiosos, a fim de “desvendar” esse incrível acontecimento. “Um desses fenômenos históricos inexplicáveis que em raros intervalos emergem entre os seres humanos.” Palavras do ex-Ministro das Forças Armadas Albert Speer, no livro de Ian Kershaw, “Hitler Um Perfil do Poder”.



Uma boa explicação para tal expansão do poder de Hitler seria o conceito de Max Weber, “Dominação Carismática”, descritas no livro de Ian Kershaw:

“Max utiliza o carisma num sentido técnico específico que não é equiparável à aplicação descompromissada do termo, por exemplo, aos políticos democráticos ou a outras figuras muito conhecidas do público e dotadas de personalidade marcante ou atraente. Em contraste com a dominação baseada na ”autoridade tradicional” dos governantes hereditários, ou com a burocracia impessoal da “autoridade legal”, que caracteriza a maioria dos modernos sistemas políticos, a “autoridade carismática” se baseia nas percepções – por parte de um “séquito” de adeptos – de heroísmo, grandiosidade e de uma “missão” num “líder” proclamado.”
Livro “Hitler Um Perfil do Poder”, de Ian Kershaw. P.18.


Como Hitler conseguiu?

O movimento nazista na Alemanha dos anos 1920 ainda não era um partido e não chegava a ter 1.000 filiados, quando em 1922, Joseph Goebbels (Estudioso de Literatura e Filosofia - 1897-1945), contratado por Hitler, se aliou ao partido nazista, embora no início se opusesse a ele.
Chegou a desempenhar um papel importante ajudando os Nazistas
a obter - e reter - o poder, idealizando a propaganda que apresentava a ideologia nazista sob uma boa ótica para a população alemã. Iniciou-se nas primeiras estratégias do que hoje chamamos de Marketing político, para difundir as idéias do nacional-socialismo. A apropriação da cor vermelha para confeccionar os cartazes publicitários marcou um primeiro e pequeno golpe para desestabilizar as idéias comunistas.

“Hitler nunca se cansou de fornecer em se mítico relato da “história do partido”, que prefaciou – com uma extensão desproporcional – muitos de seus principais discursos ao longo de todo o Terceiro Reich...a “tomada do poder”, fora realizada exclusivamente através do “triunfo da vontade...”
Livro “Hitler Um Perfil do Poder”, de Ian Kershaw. P.43,44.

Hitler tomou como símbolo de seu movimento e seu estilo na política, a Cruz Suástica, um dos sinais mais fortes e antigos da humanidade, utilizado por centenas de etnias ao redor do mundo. Seu amor pela arquitetura demonstrava, em seus desenhos, a superioridade que atribuía ao povo alemão. “E quando a questão era representar, Hitler era inigualável”, afirma Ian Kershaw.

Porém é interessante também fazer uma breve e sucinta análise do fenômeno Hitler, relacionando com algumas “Teorias de Personalidade”, ou seja, analisar o lado Psicológico do fato. Segundo o comportamentalista B.F.Skinner, os seres humanos podem sofrer influências que alteram o resultado de seu comportamento e/ou atitudes. Inclusive é possível uma manipulação dos mesmos – manipulação esta em que ele mesmo utilizou para suas experiências e pesquisas. Os impulsos também servem para manipular, utilizam-se da emoção. Tudo isso, Skinner chamou de condicionamentos de comportamentos (Condicionamento Operante). Um ser é condicionado por outro, ou seja, controlado, manipulado, seguido da resposta. É controlado por suas conseqüências.

Posterior a ele, podemos também comparar com Hitler o pensamento e as teorias do Teórico da Aprendizagem Social Albert Bandura:
“...O comportamento humano como sendo passivamente controlado por influências ambientais. Ele nos lembra que o ser humano é capaz de pensamento e de auto-regulação, que lhe permitem controlar seu ambiente, tanto quanto ser moldado por ele...”
Livro Teorias da Personalidade por Hall, Lindzey e Campbell. P. 460.

Percebe-se então que as teorias destes dois psicólogos refletem o poder que Hitler exerceu, ou seja, Hitler utilizou-se dos mesmos princípios de suas teorias, sejam por conhecimento ou por pura coincidência. Mas o que podemos analisar é que ele soube manipular e condicionar uma nação inteira para obter os resultados esperados. Ele influenciou o ambiente, sabendo moldá-lo para as suas intenções.

Por mais irracionais que fossem as suas ordens, sempre houve alguém disposto a cumpri-las . Boas explicações para este fenômeno estão na centralização do governo em sua figura e no assassinato daqueles que tentaram se opor, mas nada foi tão evidente quanto o estonteante efeito carismático que Hitler tinha sobre as pessoas.


O Estilo do Führer (Líder em Alemão)

“Os hábitos pessoais de Hitler eram rotineiros e conservadores, mas ao mesmo tempo muito peculiares. Tanto quanto podia ele se atinha a rotinas diárias fixas, era quase abstêmio e (a partir do início da década de 1930) vegetariano, não fumava nem tomava café, e tinha mania de limpeza que o fazia lavar-se com uma freqüência anormal. Tinha pouca necessidade de sono, lia vorazmente textos variados (embora de maneira assistemática) e possuía uma memória extraordinária para detalhes e fatos.”
Livro “Hitler Um Perfil do Poder”, de Ian Kershaw. P.24

“Hitler construiu para si a imagem de ser o escolhido, no sentido bíblico da palavra. A insistência dele em um poder e um mistério quase do outro mundo tinha um grande apelo, o que lhe deu a sensação de ser de fato o salvador”, afirma o historiador Fritz Stern, da Universidade de Columbia, Estados Unidos.

Um dos principais fatores para a Ascensão de Hitler era a paixão de seus discursos, capaz de levar ouvintes às lágrimas. Uma amostra de sua retórica, de sua capacidade de sofismar, de costurar uma argumentação capciosa a fim de fortalecer seus pontos, está no trecho abaixo citado, retirado de um pronunciamento de 1927, feito em Nuremberg:

“Se alguém o chamar de imperialista, pergunte a ele: Você não quer ser um? Se disser que não, então nunca poderá ser pai, porque aquele que tem um filho precisa se preocupar com o pão de cada dia. Mas, se você fornece o pão de cada dia, então é um imperialista. O nosso objetivo deve ser formar uma semente que irá crescer constantemente, ganhando energia e força para o grande objetivo. Àquele a quem os céus deram a grandeza de decidir, eles também têm o direito de dominar.”


Revista Super Interessante, Novembro 2003.


Do Poder à Destruição

Os vinte e seis anos de glória e poder de Hitler foram marcados por completas destruições. A Alemanha fora destruída, o povo alemão fora aniquilado, principalmente os Judeus. Em 1939 fora destruída a Polônia. Em 1941 fora o massacre dos prisioneiros soviéticos...E por fim, em 1945 ele se autodestruiu: Hitler se matou, aos 56 anos de idade.

“Uma bala na cabeça, deixando por conta do povo alemão pagar o preço da presteza com que se deixara iludir por um líder que oferecia, não opções políticas limitadas mas uma tentadora visão milenarista, ainda que ilusória e vazia, da redenção política."

Livro “Hitler Um Perfil do Poder”, de Ian Kershaw. P.195

Mas mesmo depois de tanto sucesso, o fim de Hitler foi seu suicídio, o Führer voltava às suas origens fracassadas. E seu companheiro Goebbels, seguiu seu exemplo pouco tempo depois.

"A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto."

A frase, que encerra os princípios éticos do marketing ultramoderno, foi proferida em 1934 por Goebbels – o homem que ficou ao lado de Hitler até o fim.



Referências Bibliográficas:

KENSKI, Rafael. Hitler, Como ele pôde acontecer? Revista super interessante, Edição 194, Novembro de 2003.

HALL, Calvins. Teorias da Personalidade / Calvins. Hall, Gardener Lindzey e John B. Campbell. Trad. Maria A. V. Veronese. 4° Edição, Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

FADIMAN, James e FRAGER, Robert. Teorias da Personalidade. São Paulo: Harbra, 1986.
KERSHAW, Ian. Hitler um perfil do poder. Rio de janeiro: Jorge Zahar, 1993.

ARTIGO: Você é aquilo que você pensa


O livro “The Secret”, também na versão filme, já vendeu milhares de cópias. Foi lido e assistido (o filme) por pessoas de todo o mundo. Mas por quê? Simples: todos nós queremos um milagre em nossas vidas, todo o ser - humano procura meios de ser feliz, e este “best-seller” surgiu com este propósito, de contar o segredo da felicidade plena e da vida realizada.

Não é novidade que nossa mente tem um poder inigualável, e que somos frutos daquilo que pensamos. Cientistas já vêm há décadas estudando essa capacidade que temos de “transformar” o mundo. Há ainda aqueles que afirmam que até nossas dores e doenças são derivadas de pensamentos negativos, de stress físico e emocional. Problemas que podem ser resolvidos apenas com a força de vontade – tanto que existem os “placebos”, remédios que não têm efeito algum, mas que os pacientes tomam, acreditando no efeito, e esse desejo (de cura) acaba se realizando, e assim: heis o milagre, apenas com a crença!

Mas se temos tanto poder assim, porque não usamos? Se o segredo é só pensar positivo, é acreditar no que queremos e desejamos, porque o mundo está virado nesse caos? Cheio de pobreza, violência e desigualdade social? Porque adoecemos e gastamos com médicos, remédios, e mesmo assim não encontramos cura para algumas doenças? Perguntas que não querem calar, mas como Jesus já dizia: “a fé move montanhas”, ou “heis o milagre da fé”... Portanto é preciso ter fé para acontecer.

Não basta apenas acreditarmos, ou querer que desejos se concretizem. O pensamento positivo junto com a fé nos leva ao segredo, ao milagre das realizações. Tarefa que parece ser fácil, mas na verdade é mais difícil que imaginamos. É natural sermos pessimistas, e acharmos que “temos que fazer por merecer”. E são esses valores que nos bloqueiam.

Acredito muito no segredo e sei que ele funciona, mas não é tão simples assim. Fé, uma palavra tão pequena, mas que é tão difícil possuí-la. Querer acreditar que você pode, que você tem, ou que não tem, é fácil, mas o que realmente funciona não é a crença, mas sim a fé naquilo que deseja, e para isso é preciso trabalhar muito nossas mentes, é preciso agregar valores físicos e espirituais em nossas vidas, deixando de lado os bloqueios. Só assim alcançaremos o segredo, só assim teremos fé de verdade, afinal “querer é poder”!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O que será o futuro do jornalista?


A tecnologia avança cada vez mais rápido. Estamos na era da WEB 2.0 (e eu ainda nem conheci toda a 1.0...), e com isso fica a dúvida na cabecinha de todos nós, estudantes de jornalismo: o que será de nós? O que será do nosso canudo? Que valor ele terá daqui a algum tempo?

Sabemos que é indispensável conhecermos e utilizarmos as novas mídias, tecnologias, etc. Mas parece que só isso não está sendo suficiente. A Internet nos lança cada vez mais sites de informações feitos por leigos (não jornalistas) e a facilidade e freqüência com que isso ocorre nos assusta.

o Jornalismo "Participativo" ou "Open Source" prega a liberação do pólo do emissor, a participação total do leitor, mas nós, futuros jornalistas, temos que deixar bem claro que nada substitui uma informação verídica, ética e de credibilidade, feita por um jornalista, é claro.

Este é o diferencial que "salva" o nosso diploma. Como diriam alguns pensadores, boas redações qualquer um pode escrever, mas para o jornalista do caso Watergate Carl Bernstein: “Não há substituto para um verdadeiro repórter”. E eu concordo com essa última afirmativa!

Só um jornalista conhece e exerce a ética da informação, em qualquer tipo de veículo, e é aí que não podemos pecar. Nossa credibilidade e nosso futuro estão em jogo, portanto é preciso muita atenção e dedicação para estes fatores.

Está em nossas mãos: vamos vencer esta barreira e provar que só os jornalistas sabem e devem escrever notícias!!

quinta-feira, 26 de julho de 2007

O Pan no pobre Brasil

Os Jogos Pan-Americanos do Rio-2007, que se realizam no Brasil, mais especificamente na cidade de Rio de Janeiro, trouxeram mais indignação do que alegria a muitos brasileiros.
Investir uma quantia de quase 3 bilhões de reais em infra-estrutura -valor esse que nunca foi tão alto em nenhum outro Pan realizados em vários países- para a realização de um evento esportivo, foi considerado por muitos uma "ofensa", pois enquanto o povo brasileiro passa fome, passa frio, não tem emprego, não tem moradia, o governo não tem verbas para melhorar a condição desses habitantes. Mas para "exibir" o nome do país ao mundo, e mostrar que o Brasil também pode competir em todos os requisitos para grandes eventos renomados e internacionais, como o Pan, o governo tem e libera verbas (do cofre público) para tal evento, enquanto todas as necessidades e problemas são tapados por tatames e monumentos lindos que mostram a cara de um Brasil rico, feliz e vitorioso!

Por Mariângela Paz